O atacante Gabriel Jesus voltou a demonstrar sua forte ligação com o Palmeiras ao afirmar que ainda sonha em voltar a vestir a camisa do clube no futuro. Atualmente no Arsenal, o jogador compartilhou, em entrevista à Romário TV, detalhes sobre a relação construída desde o início de sua carreira e como ela segue presente mesmo após anos atuando no futebol europeu.
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Ao comentar sobre o vínculo com o Palmeiras, Gabriel Jesus destacou a proximidade com o clube mesmo fora das competições. “Consigo acompanhar bastante. Esse vínculo meu e do Palmeiras nunca foi quebrado. Sempre que estou no Brasil, infelizmente também tive minhas lesões, sempre tratei lá. Para recuperação, eles sempre diziam: ‘Vem, pode usar as instalações quando você quiser’. Sempre acompanho com muito carinho e óbvio que tenho o sonho de voltar um dia para jogar, não para terminar minha carreira”, afirmou.
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Na sequência, o jogador reforçou a frequência com que pensa em um possível retorno. “Penso em voltar todos os dias, minha esposa que o diga. Tem aquele momento que você está: ‘Ah, quer saber, vou embora’”, completou.
Revelado pelo Palmeiras, Gabriel Jesus também recordou o cenário do clube no início de sua trajetória profissional e a transformação vivida nos anos seguintes.
“Ver o Palmeiras estar onde está… Porque eu subi em 2014 com o Palmeiras brigando para não cair. Em 2015, eu subi com nove atacantes. Aí eu jogo, a gente ganha a Copa do Brasil e depois o Brasileirão depois de 22 anos. Dali em diante, é história o que o Palmeiras vem construindo. Sou muito grato por ter feito parte do começo dessa nova era do Palmeiras”, disse.
O atacante deixou o clube paulista no fim de 2016, quando foi vendido ao Manchester City. Em 2022, transferiu-se para o Arsenal, onde continua jogando e dividindo o elenco com outros brasileiros.
Durante a entrevista, Gabriel Jesus também falou sobre sua relação com times rivais e descartou a possibilidade de defender o Corinthians. “Respeito a instituição, tenho muitos amigos e familiares que brincam que eu tenho que ir para o Corinthians, mas não [jogaria lá]”, declarou.
Ele ainda comentou sobre o clima de rivalidade no dia a dia com colegas. “Quando o Palmeiras ganha, vou com a camisa, brigo, escrevo cartaz e deixo no lugar deles e assim vice-versa também”, concluiu.



