Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu um novo recorde nas urnas ao vencer a eleição presidencial de 2026. Com mais de 99% das seções eleitorais apuradas, o petista alcançava 64 milhões de votos, superando Flávio Bolsonaro (PL) e registrando a maior votação já obtida por um candidato em um segundo turno presidencial no Brasil.
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Até então, o recorde também era de Lula, que havia recebido cerca de 60 milhões de votos na etapa final do pleito em 2022. O resultado de 2026 ocorreu em um contexto de aumento do eleitorado, que passou de 156 milhões para 158 milhões de eleitores aptos a votar em quatro anos.
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Apesar da vitória, a expressiva votação obtida pelo candidato derrotado pode representar um desafio político para o novo governo. Segundo especialistas, a força eleitoral apresentada pela oposição tende a gerar um cenário de alta rejeição ao presidente eleito já no início do mandato, o que pode limitar sua margem de manobra diante de eventuais falhas.
Para o grupo derrotado, por sua vez, o desempenho nas urnas significa a preservação de uma base eleitoral relevante. Pesquisadores avaliam que manter a mobilização desse grupo de eleitores será um dos principais trunfos da oposição nos próximos anos.
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