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Especialistas explicam como a tireoide pode dificultar a perda de peso

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Tireoide: pequena glândula com grande impacto no metabolismo e na saúde geral. (Foto: Instagram)

A tireoide é uma glândula fundamental para o bom funcionamento do organismo, especialmente por sua atuação na regulação do metabolismo e no desenvolvimento corporal. Quando há desequilíbrios hormonais, como no hipotireoidismo (produção insuficiente de hormônios), o corpo pode apresentar sinais como cansaço excessivo, pele seca, queda de cabelo e inchaço, principalmente no rosto. Já o hipertireoidismo, caracterizado pelo excesso de hormônios, pode levar a emagrecimento acelerado.

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Segundo o endocrinologista Francisco Tostes, embora o hipotireoidismo afete o metabolismo, ele raramente é o único responsável por um ganho de peso significativo. Na maioria dos casos leves, o aumento de peso está mais relacionado à retenção de líquidos do que ao acúmulo de gordura corporal. Por isso, é importante observar os sintomas e buscar avaliação médica adequada.

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O também endocrinologista Otavio Morais explica que a tireoide influencia diretamente o ritmo metabólico das células. Em casos de hipotireoidismo, até mesmo os mais leves, o organismo passa a gastar menos energia, o que dificulta o processo de emagrecimento. Além disso, doenças autoimunes como a tireoidite de Hashimoto podem agravar esse cenário, causando inflamações e resistência à insulina.

Para diagnosticar alterações na tireoide, os exames mais indicados são o TSH e o T4 livre, que mostram se a glândula está funcionando de forma lenta ou acelerada. A dosagem de T3 livre é útil apenas em situações específicas. Já os anticorpos anti-TPO e anti-Tg ajudam a identificar a presença de doenças autoimunes, como Hashimoto, mas não medem diretamente a atividade da tireoide.

O tratamento deve ser personalizado e pode incluir alimentação rica em nutrientes como selênio, zinco, ferro e vitamina D, além da prática regular de exercícios físicos, especialmente treinos de força. Em alguns casos, é necessário o uso de medicamentos como levotiroxina ou até agonistas de GLP-1, que auxiliam no controle do apetite e da inflamação. O estilo de vida também é essencial: sono de qualidade e controle do estresse são aliados importantes na regulação hormonal.

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