Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso foram questionados sobre as recentes críticas envolvendo Marina Ruy Barbosa e aproveitaram o momento para discutir o tema do cancelamento na internet e a importância da saúde mental. Durante uma entrevista concedida a Monique Arruda, na terça-feira (3), no lançamento do livro “O Que Fica Depois de Você?”, de Gustavo Oliveira, realizado no Fashion Mall, no Rio de Janeiro, os dois artistas também compartilharam que fazem terapia e defenderam o acesso ao acompanhamento psicológico.
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Ao ser perguntado sobre o movimento de cancelamento direcionado a Marina, Bruno admitiu que não estava acompanhando a repercussão. O ator relatou que viu uma manifestação de João Vicente de Castro em defesa da atriz, mas, por estar focado no trabalho, não sabia exatamente o que estava ocorrendo.
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“Eu estou trabalhando, estou focado. Só vi o João falando alguma coisa, defendendo ela”, afirmou.
Giovanna, por sua vez, recordou que ela e Bruno já passaram por situações de cancelamento. A atriz também citou uma antiga polêmica envolvendo Marina Ruy Barbosa, sem entrar em detalhes.
“Eu acho que eu estava muito nessa época aí de ‘Surubão de Noronha’. Foi nessa época aí do cancelamento, que todo mundo foi cancelado”, comentou.
Bruno Gagliasso faz confissão sobre terapia
O tema da saúde mental também foi abordado quando Bruno foi questionado se faz terapia. Sem hesitar, o ator respondeu que sim e aproveitou para mandar um recado ao seu terapeuta.
“Óbvio! Quem não faz hoje em dia? A pessoa que não faz é louca. Aliás, um beijo para o meu terapeuta. Você é um anjo”, brincou.
O ator revelou que começou o acompanhamento há pouco tempo, mas já sente a importância dessa decisão. “Hoje em dia, eu acho que quem não faz é louco, porque eu fui louco de não ter feito antes. Eu amo”, declarou.
Giovanna contou que também faz terapia há bastante tempo e revelou que os filhos do casal também recebem acompanhamento. Ela ainda ressaltou que, apesar de ela e Bruno terem o privilégio de poder pagar pelo serviço, o acesso à terapia precisa ser ampliado para quem não tem condições financeiras.
Ao comentar o tema, ela mencionou a existência de atendimento psicológico oferecido pelo poder público e comemorou que mais pessoas possam ter acesso ao cuidado com a saúde mental.
Bruno concordou com a esposa e citou o exemplo de uma prima que faz terapia através de um serviço público em Barcelona, na Espanha. Para o casal, o acompanhamento psicológico é fundamental e deveria estar disponível desde a infância.
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