
Messi sorri ao receber convite para jogar a Libertadores (Foto: Instagram)
Durante a partida de despedida de Lionel Messi da seleção argentina, na vitória por 3 a 0 sobre Benin, na terça-feira (6/10), Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, fez um convite ao camisa 10 para disputar a Libertadores.
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"Eu acredito que a única coisa que lhe falta é jogar a Libertadores", comentou Domínguez de forma descontraída. Messi sorriu, mas não deu uma resposta ao convite.
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Na sua carreira profissional, o argentino nunca atuou por clubes da Argentina ou de outro país sul-americano. Sua trajetória inclui passagens por Barcelona, Paris Saint-Germain e, mais recentemente, Inter Miami. Messi começou nas categorias de base do Newell’s Old Boys, um time tradicional de Rosario.
Ele esteve próximo de jogar no River Plate, mas o acordo não se concretizou devido a questões financeiras e burocráticas:
Messi treinou no River e impressionou bastante. Em um dos testes, relatos indicam que ele marcou 10 gols. O River Plate desejava que ele ficasse, mas havia um problema: Messi ainda tinha contrato com o Newell’s Old Boys, que não liberou seu passe. O próprio Messi revelou isso mais tarde. Outro desafio era a moradia: o River só oferecia alojamento para jogadores a partir dos 13 anos, e Messi tinha apenas 12. Além disso, a família precisava de apoio para o tratamento com hormônio do crescimento, que custava cerca de US$ 900 mensais na época, mas o River não se dispôs a arcar com esses custos.


