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Quem é o campeão de jiu-jítsu suspeito de articular fraude no DF?

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Kiko Santoro exibe medalhas em campeonato sul-americano de jiu-jítsu. (Foto: Instagram)

Francisco Grisolia Santoro, mais conhecido como Kiko Santoro, é uma figura de destaque no jiu-jítsu brasileiro. Faixa preta e campeão mundial pela IBJJF, ele também acumula dezenas de títulos nacionais e internacionais, além de presidir a Federação Brasiliense de Jiu-Jítsu Desportivo (FBJJD). No entanto, fora dos tatames, Santoro está sendo investigado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) como o principal responsável por um esquema de desvio de verbas públicas.

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A Operação Armlock, deflagrada nesta quinta-feira (11/9), cumpriu 22 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em Goiás. Segundo o MPDFT, a Associação Centro-Oeste de Jiu-Jítsu (COJJ) teria sido usada como fachada para captar recursos públicos da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF), que eram redirecionados para eventos privados da FBJJD ou desviados pelos envolvidos.

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As investigações apontam que empresas ligadas ao grupo apresentavam orçamentos fictícios e notas fiscais com valores inflacionados, simulando despesas que muitas vezes não correspondiam à realidade. O valor excedente era então dividido entre empresários, dirigentes esportivos e servidores públicos.

Servidores da própria Secretaria de Esporte teriam autorizado e acompanhado os trâmites administrativos, facilitando o repasse dos recursos. Kiko Santoro, que ocupava cargos no Governo do Distrito Federal, estaria no centro da operação, com apoio da então secretária de Esporte, Giselle Ferreira de Oliveira — atualmente à frente da Secretaria da Mulher —, acusada de validar documentos irregulares e driblar exigências legais.

Outro nome citado é o do ex-deputado distrital Reginaldo Rocha Sardinha, suspeito de direcionar emendas parlamentares a projetos da COJJ em troca de parte dos valores liberados. A segunda fase da operação foi coordenada pela Vice-Procuradoria-Geral de Justiça e pelo Gaeco, com suporte da Polícia Civil e do Gaeco de Goiás.

Os investigados são acusados de crimes como peculato, corrupção ativa e passiva, fraude em processos administrativos, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa. Giselle Ferreira afirmou, em nota, confiar na integridade dos processos sob sua gestão e reafirmou o compromisso com a transparência. A Secretaria de Esporte declarou que colabora com as investigações e adota medidas de controle para assegurar o uso correto dos recursos.

A reportagem tentou contato com Kiko Santoro e os demais envolvidos, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.

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