A defesa de Ana Hickmann se manifestou após a Justiça de São Paulo determinar o bloqueio de veículos da Hickmann Serviços, empresa ligada à apresentadora, em uma ação de cobrança de cerca de R$ 117 mil relacionada a cheques sem fundo.
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Em comunicado, os advogados de Ana Hickmann alegam que a dívida discutida no processo não teria sido contraída pela apresentadora, mas sim por Alexandre Correa, ex-marido de Ana e responsável pela administração da empresa na época dos fatos.
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De acordo com a defesa, a cobrança resulta de uma operação financeira realizada em 2022, que teria sido destinada exclusivamente a Alexandre Correa.
“A cobrança em questão tem origem em um empréstimo feito em 2022 ao então gestor da empresa, Alexandre Correa, e não à apresentadora Ana Hickmann. Desde o início do processo, a defesa questiona a origem da dívida e o aumento expressivo dos valores cobrados devido aos juros”, diz nota enviada ao portal LeoDias.
Os advogados da apresentadora também afirmam que, durante o processo, solicitaram perícia e a produção de outras provas para esclarecer a origem da dívida e a responsabilidade pelas obrigações cobradas. No entanto, segundo a nota, esses pedidos não foram aceitos pela Justiça.
“Também foram requeridas perícia e demais provas para esclarecer os fatos, mas tais pedidos não foram acolhidos pelo Judiciário.”
A manifestação acontece após a divulgação da decisão que determinou o bloqueio de diversos veículos ligados à Hickmann Serviços. Entre os bens atingidos estão uma Toyota Hilux, um Renault Kwid Life, uma Volkswagen Saveiro, uma Fiat Toro e uma moto Yamaha Factor. Caso o débito não seja quitado, os veículos poderão ser penhorados para garantir o pagamento do valor devido.
Apesar da decisão judicial, a equipe jurídica de Ana Hickmann argumenta que o processo ainda está longe de um desfecho final e afirma que continuará contestando a cobrança.
“A decisão divulgada não encerra o caso. Os advogados de Ana Hickmann continuarão adotando todas as medidas cabíveis para buscar o esclarecimento dos fatos e a correta apuração das responsabilidades envolvidas”, conclui a nota.


