Viajar com bolsas, roupas, relógios, tênis ou acessórios falsificados pode gerar problemas em diversos países. Autoridades alfandegárias têm reforçado a fiscalização contra produtos que violam direitos de propriedade intelectual, e itens considerados falsificados podem ser apreendidos durante inspeções em aeroportos e fronteiras.
Na França, a legislação prevê multas que podem chegar a 300 mil euros, cerca de R$ 1,7 milhão, em casos relacionados à posse ou circulação de produtos falsificados. As autoridades francesas mantêm uma das políticas mais rigorosas da Europa no combate à pirataria.
++ Tainá Militão e Gabriely Miranda usam looks quase idênticos em Brasil x Panamá no Maracanã
Na Itália, as penalidades também podem incluir multas para quem adquire ou transporta mercadorias falsificadas. Já nos Estados Unidos, a fiscalização concentra esforços na apreensão de produtos que utilizam indevidamente marcas registradas, como bolsas, roupas e acessórios de luxo.
Na Alemanha, além da atuação das autoridades aduaneiras, empresas detentoras das marcas podem denunciar casos de uso ou comercialização de produtos falsificados e solicitar providências legais.
As medidas fazem parte de políticas voltadas à proteção de marcas registradas e ao combate ao comércio ilegal de mercadorias.
++ Casemiro marca de cabeça e Brasil lidera contra o Panamá no Maracanã
Especialistas recomendam que viajantes verifiquem a procedência dos produtos antes de embarcar para evitar transtornos, apreensões e possíveis sanções previstas na legislação local. Em muitos casos, o valor gasto em um item falsificado pode acabar gerando prejuízos bem maiores durante uma viagem internacional.



