Joshua LeBlanc, engenheiro da NASA de 29 anos, morreu após um acidente com seu Tesla no Alabama, nos Estados Unidos. O caso passou a integrar uma série de mortes e desaparecimentos de cientistas ligados às áreas nuclear e espacial que agora são investigados pelo FBI.
O homem foi encontrado morto em julho de 2025 após um acidente envolvendo seu Tesla em Huntsville, no estado do Alabama. Segundo autoridades locais, o carro colidiu contra uma barreira de proteção, atingiu árvores e pegou fogo em seguida.
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O engenheiro trabalhava na NASA havia cerca de cinco anos e atuava em projetos de propulsão nuclear voltados para futuras missões espaciais. No dia do acidente, familiares chegaram a registrar seu desaparecimento após ele não comparecer ao trabalho e deixar celular e carteira em casa.
O corpo de Joshua ficou carbonizado e só foi identificado três dias depois pelo Departamento de Ciências Forenses do Alabama. Dados do sistema Tesla Sentry Mode mostraram ainda que o veículo permaneceu por cerca de quatro horas estacionado no aeroporto de Huntsville antes do acidente. Segundo familiares, aquela parada não fazia parte de seus planos.
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A morte de LeBlanc chamou atenção por acontecer em meio a outros casos envolvendo pesquisadores ligados às áreas nuclear e espacial. Desde 2022, ao menos 12 cientistas morreram ou desapareceram em circunstâncias consideradas suspeitas nos Estados Unidos.
Entre os nomes citados estão Monica Reza, Melissa Casias, Anthony Chavez, Steven Garcia e William Neil McCasland, registrados como desaparecidos entre 2023 e 2026. Outros pesquisadores, como Michael David Hicks, Frank Maiwald, Nuno Loureiro, Jason Thomas, Amy Eskridge e Carl Grillmair também morreram no mesmo período.
As autoridades afirmam que os casos não foram oficialmente conectados até o momento, mas o FBI confirmou que iniciou uma investigação para apurar possíveis relações entre as mortes e desaparecimentos.
“O FBI está liderando os esforços para buscar conexões entre os cientistas desaparecidos e mortos. Estamos trabalhando com o Departamento de Energia, Departamento de Guerra e parceiros das polícias estaduais e locais para encontrar respostas”, informou a agência em nota enviada à Fox News Digital.
O presidente Donald Trump também comentou o caso recentemente. “Espero que seja coincidência, mas vamos saber nas próximas semanas. Acabei de sair de uma reunião sobre esse assunto”, declarou a jornalistas.










