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Irã retoma restrições no Estreito de Ormuz e dispara contra navios indianos após fala de Donald Trump

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A crise no Estreito de Ormuz teve um novo desdobramento neste sábado (18/4), após o Irã decidir restabelecer restrições à navegação em uma das rotas marítimas mais importantes do mundo. A medida veio acompanhada de um aumento nas críticas aos Estados Unidos: autoridades iranianas afirmaram que as declarações do presidente Donald Trump sobre a situação “não têm valor” e alertaram que embarcações que se aproximarem da área poderão ser tratadas como aliadas do “inimigo”.

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Durante este novo momento de tensão, segundo informações da agência Reuters, navios comerciais relataram ataques na região. O Irã admitiu ter disparado contra dois petroleiros indianos que cruzavam o estreito, justificando que a ação tinha como objetivo afastá-los da rota. Autoridades indianas confirmaram o incidente, o que levou Nova Déli a exigir explicações do governo iraniano e pedir a normalização das condições de passagem para embarcações que seguem para o país.

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Um dos navios atingidos seria um superpetroleiro de bandeira indiana, transportando cerca de 2 milhões de barris de petróleo iraquiano. De acordo com órgãos de monitoramento marítimo, apesar dos disparos, a tripulação e a embarcação permaneceram em segurança. Mesmo assim, o episódio aumentou o temor de impacto no fluxo global de energia.

A decisão do Irã reverteu o anúncio feito no dia anterior, quando o país havia informado a reabertura da passagem. Agora, Teerã afirma que o estreito continuará sob restrição até que os Estados Unidos retirem o bloqueio imposto aos portos iranianos. O governo iraniano considera a medida americana uma violação dos acordos recentes e acusa Washington de praticar “pirataria” no Golfo.

A troca de declarações entre os dois países evidenciou novamente a instabilidade do cenário. Na sexta-feira (17/4), Donald Trump declarou que a rota estava aberta e pronta para operar normalmente, mas ressaltou que a presença militar dos EUA seria mantida até a assinatura de um acordo definitivo com o Irã. Pouco depois, o governo iraniano voltou atrás e restabeleceu o controle rigoroso da passagem.

A Marinha da Guarda Revolucionária afirmou que qualquer embarcação que avance em direção ao estreito pode ser alvo, caso seja considerada colaboradora de forças inimigas. Também houve uma ameaça direta à Marinha dos Estados Unidos, que, segundo o comando iraniano, poderá sofrer um “duro golpe” em caso de confronto.

Apesar disso, tanto Washington quanto Teerã mantiveram sinais de que as negociações diplomáticas continuam. O Irã informou que está analisando novas propostas dos Estados Unidos, enquanto Donald Trump disse a jornalistas que conversas “muito boas” seguem em andamento.

O Estreito de Ormuz é fundamental para o abastecimento energético mundial, já que concentra grande parte do transporte marítimo de petróleo. Por esse motivo, qualquer interrupção na região costuma provocar forte reação nos mercados internacionais. A escalada atual ocorre no contexto do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel, iniciado em 28 de fevereiro.

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