Concorrentes na categoria “Jornalismo” do “Melhores do Ano”, Maju Coutinho e Poliana Abritta não poderiam estar mais satisfeitas. Em conversa com a repórter Monique Arruda, do portal LeoDias, as apresentadoras do “Fantástico” comemoraram a relação de parceria dentro e fora do programa, além da chance de representarem a atração na premiação.
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As jornalistas destacaram a cumplicidade entre elas e a importância de estarem juntas como representantes do “Fantástico”. “A gente está se sentindo uma só aqui, porque as duas representando o ‘Fantástico’, né? Votou na outra, pensou numa. O Fantástico está aqui 100%”. É uma celebração do trabalho de todo mundo. Esse é o barato do prêmio. Quando nós duas somos indicadas, a gente está somando pelo ‘Fantástico’, porque somos duas porta-vozes do programa. Votou numa, pensou na outra. Votou na outra, pensou numa”, iniciou Poliana.
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Maju concordou com a colega: “É 100% ‘Fantástico’, né? Representando um trabalho que é coletivo, é muita gente. Então, eu estou muito feliz de estar aqui com a Polly agora, que admiro tanto. E a gente juntas aqui nessa celebração. O Fantástico está aqui 100%. E eu vejo mais como uma celebração do nosso trabalho, mais do que uma disputa isso aqui”.
A dupla também comemorou a indicação ao prêmio, relembrando o início da carreira na faculdade: “A vida desenha contornos que a gente não imagina mesmo. Às vezes fala que é uma honra ser indicada e fica parecendo que estamos falando da boca para fora, mas não é. É um prêmio indicado pelos nossos colegas, né? Nós fomos indicadas pelos nossos colegas. Dá uma emoção de verdade”.
“A gente representa muita gente. A sensação é de honra, de responsabilidade e de alegria”, completou Poli, enquanto Maju acrescentou: “Eu não imaginava nem estar no ‘Fantástico’. Eu costumo dizer que a gente planeja, e Deus ri. Porque é isso! Eu planejei estudar jornalismo, mas daí onde ia dar, eu não tinha a menor ideia. É muito surpreendente […] Dá uma sensação, acho, de dever cumprido, né?”.
Além de Maju e Poliana, a categoria também contou com César Tralli, que assumiu o “Jornal Nacional” no final de 2025. O jornalista foi o vencedor e levou o troféu para casa.



