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Juliana Faustino Bassetto morre após natação em academia no Parque São Lucas; Vinicius de Oliveira internado e Alexandre Bento investiga

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O aparecimento de sintomas graves durante uma aula aquática em uma academia no Parque São Lucas, na zona leste de São Paulo, resultou na morte de Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, e deixou Vinicius de Oliveira internado em estado grave. Ao todo, quatro pessoas foram hospitalizadas depois de passarem mal ao utilizarem a piscina do estabelecimento. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, comandada pelo delegado Alexandre Bento, que registrou ocorrência por morte suspeita e exposição de pessoas a risco à saúde.

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O incidente aconteceu no último sábado (7/2), durante uma atividade de hidroginástica oferecida pela academia. Relatos de frequentadores apontam que, pouco depois do início da aula, um odor forte e irritante invadiu o ambiente da piscina. Em seguida, diversos participantes passaram a sentir ardência nos olhos, queimação nas vias aéreas, náuseas e vômitos, circunstâncias que motivaram a interrupção imediata da atividade aquática e o acionamento das equipes de resgate.

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Entre as vítimas, a professora Juliana Faustino Bassetto chegou a ser socorrida em uma unidade de saúde em Santo André, mas sofre u parada cardiorrespiratória durante o atendimento e não resistiu aos efeitos do que se suspeita ter sido uma intoxicação por substâncias químicas. Já Vinicius de Oliveira, marido de Juliana, também foi removido ao hospital e permanece internado, recebendo tratamento para estabilização de seu quadro.

Além de Vinicius de Oliveira, um adolescente de 14 anos permanece sob observação médica em razão de bolhas detectadas nos pulmões, segundo laudo preliminar dos profissionais de saúde. Outras duas pessoas que também apresentaram sintomas após o uso da piscina foram encaminhadas a hospitais na região, mas já receberam alta e seguem em recuperação domiciliar.

De acordo com o boletim da Polícia Civil, os responsáveis pela academia fecharam o local após o ocorrido e abandonaram as instalações sem comunicar as autoridades. Diante da recusa em permitir o acesso, equipes precisam arrombar portas para que peritos do Instituto de Criminalística e do Corpo de Bombeiros possam realizar a perícia técnica. Os peritos avaliam a possibilidade de falha na dosagem de produtos químicos ou o uso de substâncias fora dos padrões recomendados.

A Vigilância Sanitária também foi acionada para confirmar as condições das instalações, insumos e procedimentos adotados no tratamento da água. Segundo a legislação sanitária vigente, piscinas em academias devem obedecer parâmetros de pH entre 7,2 e 7,8 e teor de cloro livre entre 1 e 3 mg/L para garantir eficiência no controle de microrganismos e evitar riscos à saúde de frequentadores.

O delegado Alexandre Bento reforçou que proprietários e gestores do estabelecimento estão sendo procurados para prestar depoimento. Após o registro por morte suspeita e exposição de pessoas a risco à saúde, a investigação reúne provas documentais, testemunhais e periciais para determinar responsabilidades e, se comprovada irregularidade, providenciará as medidas legais cabíveis.

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