O ex-goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo homicídio de Eliza Samudio, esteve no Estádio do Maracanã na quarta-feira (4/2) para acompanhar o duelo entre Flamengo e Internacional, que terminou em 1 a 1. Na época do crime, ocorrido em junho de 2010, quando a modelo tinha 25 anos, o atleta defendia o clube carioca, de onde foi afastado no mês seguinte.
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Nas redes sociais, Bruno Fernandes postou várias fotos da sua noite como torcedor rubro-negro. Vestindo a camisa do Flamengo, ele apareceu em frente ao estádio e compartilhou imagens das cadeiras cativas do setor oeste, acima do banco de reservas, onde assistiu à partida.
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Nos comentários, torcedores lembraram do período em que Bruno Fernandes defendia o Flamengo. “O melhor goleiro que o Flamengo já teve”, escreveu um usuário, enquanto outro comentou: “Que bom, Bruno, você ter cabeça de voltar aonde você fez história. Fico feliz de te ver sorrindo e voltando aos poucos a fazer o que gosta ou pelo menos perto! Continue se cuidando”.
Livre desde 2019, quando passou a cumprir a pena em regime aberto após condenação por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, Bruno Fernandes foi sentenciado a 22 anos de prisão. Ele é pai de Bruninho Samúdio, que tinha três meses de idade na época do crime e que, atualmente, aos 15 anos, defende a linha de frente do gol nas categorias de base do Botafogo.
O Estádio do Maracanã, localizado no Rio de Janeiro, foi inaugurado em 1950 para a Copa do Mundo e recebeu extensas obras de modernização para atender a exigências de competições internacionais. Com capacidade para dezenas de milhares de torcedores, o palco é referência em clássicos nacionais e recebe partidas decisivas da Série A do Campeonato Brasileiro. O empate entre Flamengo e Internacional reforçou a rivalidade histórica entre duas das principais equipes do país e a força do clube carioca em casa.
O regime aberto concedido a Bruno Fernandes permite que ele cumpra parte da pena em liberdade, mantendo uma rotina de trabalho ou estudos e respeitando limites de horário para retorno ao domicílio. Esse modelo de execução penal, previsto na legislação brasileira, visa à ressocialização do condenado após cumprimento de parte da pena em regime fechado ou semiaberto. Desde a transição para o regime aberto, o ex-jogador tem buscado reinserção gradual na sociedade, participando de eventos esportivos e mantendo perfil discreto nas redes sociais.


