Na última terça-feira (6), o ministro do STF Gilmar Mendes tomou uma decisão que vem chamando atenção do público. O jurista decidiu arquivar o pedido de investigação contra Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, envolvendo uma acusação de abuso de vulnerável. A denúncia veio a público durante os trabalhos da CPMI do INSS. Segundo os relatos apresentados no caso, Gaspar teria mantido relações com uma adolescente de 13 anos, que posteriormente teria engravidado e dado à luz.
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Também foram mencionadas alegações sobre uma suposta tentativa de pagamento para evitar que o caso chegasse às autoridades. Alfredo Gaspar nega as acusações. Antes de tomar a decisão, Gilmar Mendes autorizou a realização de diligências solicitadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR), para que os elementos apresentados fossem analisados. A apuração preliminar envolveu diferentes materiais relacionados às acusações.
Após avaliar as informações reunidas, a PGR se manifestou pelo arquivamento do pedido. Segundo o órgão, os relatos apresentavam contradições e não havia elementos independentes considerados suficientes para justificar a abertura de um inquérito formal contra Gaspar. Gilmar Mendes acompanhou o entendimento apresentado pela Procuradoria e determinou o arquivamento. Com isso, não será instaurada, neste momento, uma investigação formal no Supremo Tribunal Federal para apurar as acusações.
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O arquivamento ocorreu porque, diante dos elementos disponíveis até agora, não foram identificados indícios considerados suficientes para justificar a abertura de um inquérito. Assim, o caso permanece sem uma investigação formal no STF, embora novos elementos possam eventualmente modificar esse cenário. Alfredo Gaspar continua negando as acusações apresentadas contra ele.


