
Presidente da Fifa exibe a taça do Mundial em meio a protestos (Foto: Instagram)
Gianni Infantino enfrentou duras críticas após propor o plano Fifa Forward Enterprise, que envolvia a venda de participação na Copa do Mundo. Apesar da oposição da Uefa, Infantino compartilhou no Instagram o apoio de várias federações.
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Marrocos, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Butão e Sri Lanka manifestaram apoio a Infantino. Os dois primeiros participaram da Copa do Mundo de 2026, e a seleção de Hakimi ocupa a sexta posição no ranking mundial. Marrocos será um dos anfitriões do Mundial de 2030, junto com Espanha, Portugal, Paraguai, Argentina e Uruguai.
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Marrocos ainda sediará o próximo Congresso da Fifa, que ocorrerá no ano que vem e elegerá o presidente para o período de 2027-2031. O Catar, por sua vez, foi o anfitrião do Mundial de 2022 e, apesar das críticas, teve o apoio de Infantino.
A Uefa ameaça processar a Fifa, aumentando a crise na presidência de Infantino.
A proposta da Fifa inclui a transferência das operações comerciais e de organização de eventos para uma subsidiária controlada pela entidade. O valor gerado seria dividido entre as 211 Associações Membro, permitindo investimentos no futebol de cada país.
Cada Associação Membro receberia US$ 20 milhões em financiamento de desenvolvimento do FIFA Forward entre 2027 e 2030, independentemente do apoio individual. Este financiamento adicional viria das receitas geradas pela FFE. O Programa FIFA Fast Forward seria um financiamento único, com participação voluntária das Associações Membro, financiado por investimentos externos.
Sem o apoio da maioria, as operações comerciais da Fifa permaneceriam inalteradas. A proposta está aberta para discussão, podendo ser aprovada, rejeitada ou modificada.
Esses princípios sustentam a proposta da FFE: desenvolvimento sem precedentes, participação global nas oportunidades comerciais e autonomia de decisão para todas as Associações Membro.


