Carolina Dieckmmann recordou um dos momentos mais difíceis vividos por Preta Gil durante o tratamento contra o câncer. A atriz participou do documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, exibido na TV Globo nesta segunda-feira (20/7), e destacou o impacto emocional causado pelo término do casamento da cantora com Rodrigo Godoy, marcado por uma traição.
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Para Carolina, a descoberta da traição aconteceu em um período especialmente delicado e acabou agravando ainda mais o sofrimento de Preta. “A doença da Preta teve um agravante muito grande, que eu nem consigo te dizer o tamanho, que foi vir junto com o fim do casamento do jeito que foi. Eu acho que, naquele momento, foi uma porrada maior que o câncer”, disse a atriz de 47 anos. “Você leva uma pancada de alguém que você não espera, de alguém com quem você dorme…”, completou.
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A situação fez com que Gominho decidisse sair de Salvador e se mudar temporariamente para a casa da amiga. O objetivo era acompanhar Preta durante as sessões de quimioterapia e dar apoio diante da ausência do então marido. “Era o ex-marido traindo e ela fazendo quimioterapia. Aí eu falei: ‘Não, gente, eu não tenho condição, eu vou para lá’. A gente já foi com essa intenção de estar como sempre esteve com ela. Organizando a vida dela, ela organizando a nossa. A gente sempre viveu assim”.
Ao chegar à casa da cantora, Gominho percebeu que Rodrigo Godoy não estava presente no tratamento. Por isso, decidiu ficar ao lado da amiga. “Por isso que eu saí lá de Salvador e vim para ficar com ela na época da quimio. Quando eu cheguei, eu vi que o Rodrigo não estava presente. Todo mundo vivendo as suas vidas. E vendo ele não presente, e conhecendo ela como eu conheço, eu nem pensei duas vezes. Ela não suportava estar sozinha. Não tinha essa coisa de: ‘Ah, meu amor, fico sozinha’. Não tinha isso”, concluiu.
O documentário também mostrou a emoção de Gilberto Gil ao falar sobre a perda da filha, que faleceu aos 50 anos, em 2025. O cantor revelou que ainda sente muita saudade. “Minha menina foi embora. Tenho muita saudade dela. Penso nela o tempo todo. Tem um retratinho dela ao meu lado com três, quatro anos de idade. E esse retrato fica ali na minha escrivaninha. Todo dia, passo, olho. Toda vez que sento para escrever, fazer alguma coisa, olho para aquele retrato.”
A trajetória amorosa de Preta Gil também foi lembrada na produção. O Kannalha falou sobre o relacionamento que teve com a cantora e contou que um dos momentos de felicidade para ele era cuidar da alimentação dela. “Minha felicidade era de fazer ela comer”, disse o artista. Em seguida, também comentou sobre o jeito de Preta: “Preta fez 50, mas era danada demais. Ela era quente, se tratando do assunto, ave maria.”


