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Ian Wright critica EUA após barrar árbitro somali: “Copa do Mundo do Caos”

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Ian Wright critica bloqueio de vistos na Copa do Mundo 2026 (Foto: Instagram)

O ex-atacante da seleção inglesa, Ian Wright, expressou sua insatisfação nas redes sociais após o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan ter sua entrada negada nos Estados Unidos. Artan desembarcou em solo americano e contou com o apoio da embaixada da Somália, mas ainda assim não conseguiu permissão para entrar no país. Wright ressaltou que a sequência de vistos negados está transformando o evento na "Copa do Mundo do Caos".

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De acordo com Wright, a cada hora surge um novo caso de visto negado nos EUA.

"Fãs estão sendo barrados. Jogadores, representantes, jornalistas… e agora árbitros? Eu rio, mas não tem graça nenhuma. Algo precisa ser dito. Temos os ingressos mais caros da história, as hospedagens mais caras, o transporte mais caro. É assim que um anfitrião deve se comportar no maior torneio do mundo?", questionou. O ex-camisa 10 da seleção inglesa na Copa do Mundo de 1998 ainda criticou o modo de agir do país anfitrião.

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"Esse é o espírito do futebol? Sério? Eu sinto pena dos fãs americanos que estão 'desesperados' pela Copa. Isso deve ser vergonhoso para eles. Esta é a Copa do Mundo do caos. Quem quer que ganhe, terá que superar muitos obstáculos para erguer a taça", finalizou.

“ELES TÊM UM PROBLEMA COM O MEU PAÍS”
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan desabafou e afirmou que seu sonho de participar da Copa do Mundo de 2026 foi interrompido após ser impedido de entrar nos Estados Unidos.

Selecionado pela Fifa para atuar no torneio realizado nos Estados Unidos, México e Canadá, Artan seria o primeiro árbitro da Somália a apitar em um Mundial.

"Acho que eles têm um problema com o meu país", declarou Omar Abdulkadir Artan. Em entrevista ao jornal americano The New York Times, o árbitro expressou sua profunda decepção com a decisão das autoridades americanas. Artan contou que desembarcou em Miami no último sábado (6/6) e foi levado diretamente para uma sala de inspeção, onde ficou cerca de 11 horas sendo interrogado por agentes de imigração.

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