A defesa de Deolane Bezerra se pronunciou oficialmente nesta quinta-feira (21/5), após a prisão preventiva da influenciadora em uma operação da Polícia Civil de São Paulo. A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a uma facção criminosa. Em nota, os advogados afirmaram que a empresária é “absolutamente inocente”, classificaram as medidas judiciais como “desproporcionais” e disseram confiar na imparcialidade do Judiciário para esclarecer os fatos.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
“Ressaltamos, inicialmente, a sua mais absoluta inocência, bem como que os fatos serão devidamente esclarecidos por ela, em momento oportuno”, afirma o comunicado divulgado pela defesa.
++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece
Em outro trecho, os advogados avaliam as medidas adotadas contra a influenciadora e reforçam a confiança na Justiça. “Consideramos desproporcionais as medidas aplicadas em face de Deolane e esta banca de defesa seguirá colaborando tecnicamente com a Justiça para demonstrar a licitude de suas atividades enquanto advogada, confiando plenamente no discernimento, razoabilidade e imparcialidade do Poder Judiciário”, finalizam.
Entenda o caso
A investigação que levou à prisão da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, durante a Operação Vérnix realizada nesta quinta-feira (21/5), começou a ser desenvolvida há aproximadamente seis anos. Conforme a Polícia Civil, o início da apuração se deu com a apreensão de bilhetes e documentos manuscritos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) dentro da Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo.
Segundo os investigadores, os bilhetes e manuscritos apreendidos pela Polícia Penal em 2019 deram origem a uma série de três inquéritos que passaram a mapear a estrutura financeira do PCC. A investigação avançou até identificar pessoas próximas a Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, chegando posteriormente ao nome da influenciadora.
Além da prisão de Deolane, a operação também cumpriu outros cinco mandados de prisão preventiva.



