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Equipe de Buzeira denuncia injustiça em prisão preventiva do influenciador digital

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A equipe do influenciador digital Bruno Alexssander Souza Silva, conhecido como Buzeira, utilizou as redes sociais no último domingo (26/4) para relatar o que considera uma “grande injustiça” em relação à sua prisão preventiva. Em uma publicação no Instagram feita em nome do criador de conteúdo, foi afirmado que ele está há cerca de sete meses preso sem “condenação e provas”, além de críticas à forma como o processo está sendo conduzido.

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No texto divulgado em seu perfil oficial, a equipe relata que Buzeira está emocionalmente abalado às vésperas de seu aniversário e pediu que seguidores, amigos e familiares façam orações por ele. “Pra quem não sabe o Bruno está quase a 7 meses preso para investigação passando por constrangimento ilegal, desde quando o Estado democrático de direito se prende a um suspeito para investigar? Não apresentou provas evidentes e concretas, estão se baseando apenas em movimentações financeiras”, diz parte da publicação, que também questiona a falta de audiência e de alternativas à prisão.

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A publicação ainda menciona que, de acordo com a defesa, relatórios e documentos teriam sido entregues às autoridades para comprovar a origem dos recursos.

Buzeira foi preso em 14 de outubro do ano passado durante uma operação da Polícia Federal (PF) que investigava um esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao tráfico internacional de drogas. A operação, chamada Narco Bet, apontou o uso de criptomoedas, empresas de fachada e plataformas de apostas para ocultar recursos ilícitos.

Segundo as investigações, o grupo movimentou aproximadamente R$ 630 milhões, com ramificações em vários estados do Brasil e também no exterior. O influenciador foi preso preventivamente e pode responder por crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e tráfico internacional de drogas. Até agora, não há condenação definitiva na Justiça.

Na publicação mais recente, a equipe questiona a legalidade da prisão preventiva, argumentando que a medida não deveria ser usada como instrumento de investigação. Também afirmam que Buzeira não foi denunciado formalmente pelo Ministério Público em nenhuma das suspeitas levantadas.

Além disso, o texto aponta supostas falhas no processo, como a ausência de audiência e o que chamam de excesso de prazo, superior a 190 dias, sem julgamento.

O caso ganhou destaque nas redes sociais, com a hashtag #SoltaOBuzeira sendo impulsionada por apoiadores. Por outro lado, a investigação segue em andamento e faz parte de um conjunto maior de ações da PF que apuram o envolvimento de influenciadores e empresas digitais em esquemas financeiros ilícitos.

Natural de São Paulo, Buzeira ficou conhecido nas redes sociais por exibir uma vida de luxo, com carros importados, joias e festas de grande porte. Sua ascensão ocorreu principalmente a partir de rifas e sorteios online, estratégia que aumentou sua visibilidade, mas também gerou questionamentos sobre a legalidade dessas atividades.

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