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Café faz bem? Nutricionista explica benefícios e cuidados no Dia Internacional do Café

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Se há uma bebida que atravessa culturas, gerações e até mesmo o expediente mais puxado, é o café. E como nesta terça-feira (14/4) é comemorado o Dia Internacional do Café, vale a pena entender de uma vez por todas: café faz bem? Pode tomar todos os dias?

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A resposta curta é: sim, o café realmente traz benefícios para a saúde, desde que consumido com moderação. A resposta mais detalhada, elaborada pela nutricionista do portal LeoDias, que não vive sem um coado, mas também atende pacientes com insônia, ansiedade e refluxo, está logo abaixo.

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Os benefícios que a ciência já reconhece

O café vai além da cafeína. Ele possui polifenóis, ácido clorogênico, trigonelina e vitaminas do complexo B. Quando consumido de forma adequada, pode:

1. Melhorar o foco e a performance cognitiva

A cafeína age bloqueando a adenosina, neurotransmissor que induz o sono. O resultado é mais estado de alerta, tempos de reação mais rápidos e melhor memória de curto prazo. Para quem trabalha sob pressão (ou seja, quase todo mundo), é um aliado legítimo.

2. Acelerar o metabolismo (um pouco, mas acelera)

Pesquisas indicam que a cafeína pode elevar a taxa metabólica basal em 3–11% a curto prazo. Não faz milagres, mas pode ajudar em programas de perda de peso, quando associada à alimentação equilibrada e atividade física.

3. Proteger o fígado

O consumo moderado de café está relacionado a menores níveis de enzimas do fígado e à redução do risco de cirrose, esteatose hepática (gordura no fígado) e até câncer de fígado. Inclusive para quem já apresenta alterações, sempre com acompanhamento médico.

4. Reduzir o risco de doenças neurodegenerativas

Meta-análises apontam que quem consome café regularmente tem menor risco de desenvolver Parkinson e Alzheimer. O efeito protetor parece ser resultado da combinação de antioxidantes e cafeína.

Os cuidados que pouca gente fala (mas você precisa saber)

Nem tudo é perfeito. O café pode se tornar um problema se ignorarmos limites e as diferenças individuais.

Cuidado 1: excesso prejudica o sono

Mais de 400 mg de cafeína por dia (cerca de 4 xícaras pequenas de coado) já pode diminuir a qualidade do sono profundo, mesmo em quem “acha que não sente”. Café após as 16h é um dos principais sabotadores do descanso noturno.

Cuidado 2: atenção ao coração e à pressão

Em pessoas sensíveis ou com hipertensão não controlada, a cafeína pode provocar picos temporários de pressão e palpitações. Para a maioria, o consumo moderado é seguro. Quem tem arritmia ou ansiedade intensa deve reduzir ou optar pelo descafeinado.

Cuidado 3: o estômago pode reclamar

O café estimula a produção de ácido clorídrico. Em jejum, pode causar queimação, gastrite ou piorar refluxo gastroesofágico. Sempre que possível, consuma após uma refeição ou junto de um lanche leve. Importante lembrar: a cafeína dificulta a absorção de ferro, então espere pelo menos 30 minutos após o almoço para tomar café, por exemplo.

Cuidado 4: o que você adiciona ao café pesa mais nas calorias do que o próprio café

Uma xícara de café preto tem cerca de 2 kcal. Um café com:

– 2 colheres de açúcar → +40 kcal
– 50 ml de leite integral → +30 kcal

Três desses por dia se tornam um lanche líquido calórico. Prefira adoçar com canela, essência de baunilha ou tente apreciar o café puro.

Então, quanto café é permitido por dia?

A maioria das autoridades em saúde (FDA, EFSA) considera até 400 mg de cafeína/dia seguro para adultos saudáveis, o que equivale a:

– 3 a 4 xícaras de café coado (150 ml cada)
– ou 2 cafés expressos grandes
– ou 4 a 5 lattes pequenos (considerando a dose de café em si)

Gestantes, lactantes, pessoas com transtornos de ansiedade ou arritmias cardíacas devem limitar a ≤200 mg/dia (em torno de 1 a 2 xícaras).

Dica de ouro da nutri

Café não recupera sono perdido. Ele disfarça o cansaço, mas não repõe energia metabólica. Se você depende de café para funcionar antes das 9h e depois das 17h, o problema não é a bebida, e sim a falta de descanso.

A melhor estratégia:

– Primeiro café pelo menos 1 hora após acordar (respeitando o pico natural de cortisol).
– Último café até 15h–16h no máximo.
– Beba água ou chás sem cafeína entre os cafés.
– Varie: intercale com chá branco, mate ou chá verde de boa qualidade.

E o famoso “café faz mal para o intestino”?

Depende. Para quem tem síndrome do intestino irritável (SII) ou doença de Crohn, o café pode acelerar o trânsito intestinal e causar desconforto. Já para pessoas com intestino preso, uma xícara pela manhã pode estimular o reflexo gastrocólico e ajudar na evacuação. É individual. A dica é testar: se após o café você sente dor, urgência ou piora da diarreia, reduza ou opte pelo descafeinado.

No Dia Internacional do Café, celebre com uma boa xícara, de preferência em boa companhia, sem pressa e com consciência. Saúde não combina com exageros. E o café, quando bem utilizado, é um dos pequenos prazeres que ainda cabem na vida adulta sem culpa. Brinde com moderação. E com informação.

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