A trégua no Oriente Médio foi interrompida rapidamente e o clima voltou a se agravar nesta quarta-feira (8/4). Menos de um dia após a divulgação de um acordo de cessar-fogo, o Irã voltou atrás, fechando o Estreito de Ormuz para embarcações comerciais e ameaçando anular de vez o tratado de paz, em resposta a uma ofensiva de Israel.
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O motivo principal para o rompimento foi a continuidade dos ataques militares de Israel contra o Líbano. Conforme as agências oficiais iranianas Fars e Tasnim, o governo de Teerã já iniciou o processo de “identificação de alvos” para uma resposta dura e promete punir seus adversários.
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A tensão aumentou após o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmar que a suspensão dos bombardeios não incluía o território libanês. Essa declaração contrariou o anúncio oficial do Paquistão, país responsável pela mediação das conversas e que havia garantido a paralisação de todos os confrontos durante as duas semanas previstas no acordo.
Enquanto Israel realizou uma das maiores séries de ataques ao Líbano desde o reinício do conflito com o Hezbollah, o Irã também partiu para a ofensiva. Países do Golfo Pérsico aliados dos Estados Unidos relataram ataques nas primeiras horas do dia: o Catar interceptou projéteis iranianos e um oleoduto na Arábia Saudita foi atingido.



