A eliminação de Solange Couto do “BBB 26”, ocorrida na noite desta terça-feira (31), com uma rejeição próxima de 95%, acendeu um sinal de alerta imediato na Globo e movimentou os bastidores da emissora.
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Mais do que o impacto do resultado em si, a maior preocupação é o que vem depois. Em uma era de cancelamentos imediatos, a trajetória de uma atriz com décadas de carreira não pode ficar sujeita a um julgamento momentâneo do público. Por isso, a Globo já se mobiliza para não deixar Solange enfrentar esse período sozinha.
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A coluna apurou que, antes mesmo da eliminação, já existia uma preocupação interna sobre como cuidar da imagem da atriz fora do reality. A avaliação é de que seria necessário agir rapidamente, com estratégia e acolhimento, para evitar que a rejeição do programa cause danos irreversíveis à carreira dela.
Nesse sentido, a emissora avalia a possibilidade de escalar Solange para um novo projeto em breve. A proposta é simples e objetiva: reposicionar, dar visibilidade positiva e reconectar a atriz ao público por meio do seu trabalho, que sempre sustentou sua carreira.
A participação no “Bate-Papo BBB” reforçou esse caminho. Logo no primeiro contato com o mundo externo, Solange admitiu ter tido falas infelizes dentro do programa; um gesto considerado importante nos bastidores para iniciar a reconstrução de sua imagem.
Existe também um fator humano relevante nessa situação. Com quase 70 anos, Solange Couto é vista internamente como uma profissional respeitada, com uma trajetória sólida na TV. Ela começou a trabalhar muito jovem, criou quatro filhos (dois deles autistas) e atualmente auxilia na criação de um neto que também tem autismo. Esse histórico faz com que exista, dentro da emissora, um cuidado especial ao lidar com esse momento.
A Globo entende que o “BBB” pode potencializar tanto o crescimento quanto a queda de imagem e, neste caso, a estratégia é clara: minimizar danos, oferecer suporte e, acima de tudo, não abandonar um nome que construiu sua carreira ao longo de tantos anos. Mais do que uma decisão artística, trata-se de um movimento de proteção. Porque, no jogo, o público elimina, mas fora dele, a televisão ainda decide quem permanece em cena.



