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Fabiana Justus, filha de Roberto Justus, revela diagnóstico de dermatilomania e passo a passo com Dr. Adiel Rios no portal LeoDias

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Fabiana Justus, filha de Roberto Justus, revelou ao portal LeoDias que recebeu o diagnóstico de dermatilomania, um transtorno que gera a necessidade compulsiva de danificar ou “cutucar” a própria pele. Para elucidar essa condição, a influenciadora contou com a ajuda do psiquiatra Dr. Adiel Rios, que explicou as origens e o impacto desse comportamento repetitivo no dia a dia.

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Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, Fabiana Justus detalhou como conviveu anos com essa prática sem saber que se tratava de um quadro clínico reconhecido. A influenciadora confessou que costumava arrancar as pequenas peles que nascem ao redor dos dedos, o que resultava em feridas constantes. A filha de Roberto Justus afirmou ter descoberto recentemente o nome da condição: dermatilomania.

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Fabiana relatou que o hábito ocorre de forma quase automática, especialmente em momentos de ansiedade ou estresse, mas também durante atividades corriqueiras, como assistir a um seriado. “Às vezes eu nem percebo, estou entretida e acabo puxando pelinha sem querer”, comentou a influenciadora, ressaltando que o ato agrava as lesões e gera dor.

Determinado a frear esse ciclo, Fabiana Justus adotou uma estratégia recomendada por especialistas: a aplicação de micropore ao redor de todos os dedos quando está em casa. A ideia é criar uma barreira física que lembre o cérebro de impedir o movimento de cutucar, auxiliando na reprogramação do hábito.

Segundo o psiquiatra Dr. Adiel Rios, a dermatilomania não deve ser confundida com um simples costume. “Há um alívio imediato ao mexer na pele, mas ele é efêmero. Logo surgem sentimentos de culpa, vergonha e frustração, as feridas permanecem abertas e o impulso retorna, formando um ciclo difícil de romper”, descreveu o médico.

Ele também explicou os principais sinais do transtorno: lesões cutâneas recorrentes, tentativas frustradas de interromper o comportamento, sofrimento emocional e às vezes até alteração na rotina. “Pessoas com dermatilomania podem evitar praia, eventos fotográficos ou contato físico próximo, escondendo as feridas com maquiagem, curativos ou roupas longas”, complementou o Dr. Adiel Rios. Em entrevista ao portal LeoDias, ele reforçou que reconhecer esses indicadores é fundamental para buscar tratamento.

Para quem se identifica com esses sintomas, o médico orienta procurar ajuda profissional quando não for possível interromper sozinho o ato de machucar a pele. A terapia cognitivo-comportamental, com técnicas específicas de reversão de hábito, permite identificar gatilhos e reduzir o impulso. Em casos mais severos, pode ser associada a abordagens farmacológicas, sempre acompanhadas por um especialista.

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