Os Estados Unidos autorizaram o início dos primeiros testes em humanos de uma terapia genética voltada ao combate dos efeitos do envelhecimento. O medicamento experimental, chamado ER-100, foi desenvolvido por uma startup de biotecnologia e deve começar a ser testado ainda este ano.
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A proposta da terapia é atuar sobre alterações celulares que ocorrem com o avanço da idade. Uma das hipóteses científicas sobre o envelhecimento aponta que mudanças no genoma ao longo do tempo podem afetar a produção de proteínas essenciais para a manutenção da saúde e da longevidade.
Em estudos realizados com animais, o ER-100 apresentou potencial para ajustar marcas no DNA associadas ao envelhecimento, favorecendo um funcionamento celular considerado mais saudável. A autorização para testes em humanos representa um novo estágio na pesquisa.
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Embora haja expectativas sobre a possibilidade de ampliar a expectativa de vida para além dos 120 anos, especialistas demonstram cautela quanto aos resultados e à qualidade desse tempo adicional. Pesquisadores destacam que fatores como alimentação, atividade física e hábitos de vida continuam sendo determinantes para uma longevidade saudável.



