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Izak Dahora celebra ancestralidade e samba ao interpretar Heitor dos Prazeres na Sapucaí

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Izak Dahora atravessa um momento de intensa expressão artística ao unir o universo do Carnaval ao ambiente da televisão. Convidado para dar vida a Heitor dos Prazeres no desfile da Vila Isabel na Sapucaí, o ator também participou do novo programa humorístico de Edu Sterblitch com Tatá Werneck, além de dividir com Eryck Quirino o desafio de retratar as diferentes fases desse artista multifacetado. Essa convergência de ancestralidade, improviso e alcance midiático coloca Izak Dahora em destaque na cena cultural brasileira.

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O convite para viver Heitor dos Prazeres despertou em Izak Dahora um sentimento profundo de honra, justamente pela relevância histórica do homenageado. Heitor dos Prazeres pertence à linhagem dos idealizadores do samba urbano carioca e foi um dos pilares na fundação de escolas de samba como Estácio de Sá, Portela e Mangueira. Sua trajetória comprova a força das práticas culturais afro-brasileiras em um período no qual o racismo era marcante na antiga capital federal.

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Na passarela do samba, Izak Dahora retratará Heitor dos Prazeres em sua fase madura, quando o pintor já desfrutava de reconhecimento em duas Bienais Internacionais de São Paulo e exercia o papel de embaixador da cultura afro-brasileira no 1º Festival Mundial de Artes Negras, em Dakar. Paralelamente, o músico Eryck Quirino assumirá a representação do jovem Heitor na segunda alegoria, evidenciando a versatilidade artística e a continuidade do legado deixado por esse grande mestre do samba.

Além das coreografias e da sonoridade, a caracterização de Heitor dos Prazeres na Sapucaí traz um recorte histórico: o próprio artista costurava seus figurinos, trabalho que alia criatividade e identidade cultural. Para Izak Dahora, essa referência é uma ponte entre as dimensões visíveis e invisíveis da ancestralidade. Na sua tese de doutorado, defendida no ano anterior, o ator analisou justamente a produção pictórica de Heitor dos Prazeres, aprofundando o entendimento sobre como suas telas dialogam com a construção do samba e da memória negra.

Acostumado ao rigôroso controle de set de filmagem, Izak Dahora destaca que o Carnaval das escolas de samba é um espetáculo singular: “É um teatro a céu aberto, com mais de 70 mil espectadores, onde não há cortes e a emoção flui em tempo real”. O ator também recorda sua incursão no humor, gravando com Edu Sterblitch e Tatá Werneck um piloto que aposta na improvisação e no jogo cênico sem perder a sintonia com a câmera. Em paralelo, ele participou da segunda temporada da série Volte Sempre, no Multishow, demonstrando o gosto pelo humor ao vivo e pela espontaneidade.

Para Izak Dahora, atuar em um desfile de escola de samba transcende a dimensão profissional e se configura como um rito comunitário, cultural e ancestral. Cada passo na passarela da Sapucaí simboliza a continuidade de uma tradição que nasceu nas rodas de terreiro e se transformou no maior espetáculo popular do planeta. “Só quem já pisou naquele asfalto entende a magnitude desse momento”, conclui o ator, ressaltando o caráter épico e único desse encontro entre arte, história e celebração coletiva.

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