Uma tragédia sem precedentes abalou a pequena comunidade de Tumbler Ridge na terça-feira (10/2), quando um ataque a tiros, iniciado em uma residência e estendido para a Tumbler Ridge Secondary School, resultou na morte de 10 pessoas e deixou outras 25 feridas. Entre as vítimas está a própria suspeita, identificada pelas autoridades como Jesse Strang, estudante de 18 anos da instituição de ensino.
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O pesadelo teve início por volta das 13h20 (horário local), com diversos chamados de emergência relatando disparos na Tumbler Ridge Secondary School. A escola atende aproximadamente 160 alunos e está localizada em uma cidade de apenas 2 mil habitantes, onde a maioria dos moradores se conhece e a rotina costuma ser tranquila.
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Ao chegar ao local, as equipes policiais e de resgate encontraram uma cena desoladora. Seis pessoas já estavam sem vida dentro da escola, e uma outra vítima, socorrida pela ambulância, não resistiu aos ferimentos e faleceu no trajeto até o hospital. A atuação rápida dos primeiros respondentes incluiu isolamento da área, atendimento pré-hospitalar e coordenação para transporte de feridos.
Em uma casa próxima à escola, agentes de segurança descobriram mais dois corpos, totalizando oito óbitos naquele momento. No total, foram contabilizadas dez mortes, incluindo aquela de Jesse Strang, além dos 25 pacientes encaminhados a unidades de saúde locais com ferimentos de gravidade variada, segundo o balanço oficial divulgado pelas autoridades.
Investigadores confirmaram que a suspeita do ataque foi encontrada morta no local, com ferimentos compatíveis com suicídio. O jornal canadense Western Standard foi responsável pela identificação de Jesse Strang como a atiradora e divulgou que ela era aluna da Tumbler Ridge Secondary School, conforme boletins preliminares de investigação.
De acordo com informações obtidas pelo g1, colegas de classe de Jesse Strang descreveram-na como uma pessoa “tranquila”, mas que demonstrava comportamento “quieto e deslocado”. A polícia ainda não detalhou a identidade das demais vítimas nem quantas eram crianças, mas ressaltou que a colaboração entre a escola, as equipes de emergência e os serviços médicos evitou um número ainda maior de óbitos.


