John Daniel “Razin” Caine, general e chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, revelou detalhes da missão do governo americano para deter o ditador Nicolás Maduro na Venezuela. Durante coletiva neste sábado (3/01), ele enfatizou que foi um trabalho que somente as tropas dos EUA poderiam executar.
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O militar descreveu a ação como discreta e precisa, realizada “nas horas mais escuras da noite” e fruto de “ápice de planejamento e ensaio”.
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Caine explicou que o planejamento teve início meses antes, com observação, preparação e paciência profissional.
Ele qualificou a operação de audaciosa, envolvendo integração de forças conjuntas e mais de 150 aeronaves em todo hemisfério ocidental, todas coordenadas para cercar Caracas e manter a surpresa tática.
O general disse que escolheram a data ideal para reduzir riscos a civis e ampliar o elemento surpresa, com decolagens em 20 bases terrestres e navais, usando bombardeiros, aviões de reconhecimento e helicópteros, apoiados por milhares de horas de experiência e equipe entre 20 e 49 anos.
Caine relatou que, ao anoitecer, os helicópteros adentraram a Venezuela protegidos por aviões de maior altitude da marinha, fuzileiros, força aérea e guarda nacional. Nicolás Maduro foi capturado às 1h01 (horário americano). Houve troca de tiros e um helicóptero foi atingido, mas seguiu em missão, sem perdas americanas.


