O Réveillon de 2026 no Rio de Janeiro foi oficialmente reconhecido pelo Guinness World Records como o maior do planeta, atraindo 5,1 milhões de pessoas distribuídas em 13 palcos por toda a orla. A festa consolidou a cidade como destino global de Ano Novo.
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Em Copacabana, epicentro da celebração, 2,6 milhões de pessoas se reuniram para acompanhar atrações ao vivo e a tradicional queima de fogos. Dezenove balsas lançaram mais de 12 toneladas de explosivos luminosos, criando um espetáculo de cores à beira-mar.
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Um dos destaques foi o show de 1.200 drones durante o set do DJ Alok, o maior já realizado em um evento no continente. As luzes formaram imagens icônicas do Rio, como o Cristo Redentor, além de rostos humanos interativos.
A programação musical abrangeu várias vertentes: MPB com Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Alcione e Belo; piseiro com João Gomes ao lado de Iza; eletrônica com Alok encerrando a noite; samba com Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira, Feijão, Bloco da Preta e as escolas Beija-Flor e Grande Rio; e gospel no Palco Leme com Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e Grupo Marcados.
Para garantir a ordem e o suporte ao público, a prefeitura mobilizou cerca de 7.500 agentes de 11 secretarias. O esquema incluiu transporte, limpeza, segurança, assistência social e ambulâncias, apoiado por 700 câmeras de monitoramento, sendo 307 instaladas em Copacabana.


