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Histórias emocionantes marcam Semana Nacional de Mobilização para Doação de Medula Óssea

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Neste domingo (14), teve início a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, instituída por lei para conscientizar a população sobre a importância desse gesto que pode salvar vidas. Em celebração à data, o portal LeoDias reuniu relatos comoventes de doadores e receptores, como o de Adilson Rodrigues da Silva, eletricista que há 15 anos doou medula para a atriz Drica Moraes, diagnosticada com leucemia mieloide aguda.

Adilson relembra com emoção o momento em que conheceu Drica, cinco anos após o transplante. “Foi emocionante demais”, disse, destacando o vínculo fraterno que surgiu entre eles. Ele decidiu se cadastrar como doador após ver uma campanha durante um curso. Ao saber que era compatível, não hesitou: “Fui doar”. O procedimento, segundo ele, foi simples e seguro, feito por punção. Desde então, continua disponível para novas doações e incentiva outras pessoas a se cadastrarem: “É um procedimento simples que pode salvar uma vida — e isso não tem preço”.

Outra história tocante é a da psicanalista Maria Isabel Medeiros, de 63 anos, do Rio de Janeiro, que também enfrentou a leucemia mieloide aguda. Ela foi salva pelo filho, Gabriel de França Cancela, em um transplante alogênico realizado em fevereiro de 2025. Para ela, a experiência foi tão intensa que descreveu a troca de DNA como uma inversão de papéis: “Passei a ser sua filha”. Gabriel, por sua vez, relatou um misto de emoções ao saber da compatibilidade: “Alegria, alívio e gratidão”.

Ambos ressaltaram a simplicidade do procedimento e a importância de se tornar doador. Gabriel destacou que doar medula é um ato que transforma vidas inteiras: “Você não salva só um paciente, você abraça toda uma família”.

O Redome (Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea), o terceiro maior do mundo, orienta que interessados devem ter entre 18 e 35 anos, estar em boas condições de saúde e procurar um hemocentro para se cadastrar. A coleta de sangue é usada para identificar a compatibilidade genética, e o cadastro permanece ativo até os 60 anos. Mesmo que a compatibilidade nunca ocorra, o simples ato de se cadastrar já representa esperança para milhares.

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